Moda Ética

Por @katrizzz

O trabalho de costureiras está mais valorizado devido à demandas de mascaras. Mesmo assim, oficinas de costura destituem-se pela falta de uma comunicação eficiente que divulgue seus serviços.

Empreendimentos sociais, como o Instituto Alinha, ajudam com a projeção de oficinas e dão auxilio técnico aos seus donos. O objetivo é que por meio dessa prática, essa cadeia passe a oferecer condições justas de trabalho e esteja mais conectada com estilistas e confecções. 

No mesmo cenário, marcas de moda como a Augustana investem na transparência, mostrando o custo de produção real em tags físicas e virtuais. Esse tipo de movimento tem cada vez mais relevância, pois promove a conscientização de seu público sobre o impacto da indústria no mundo.

E a tag da vez é #QuemFezMinhasRoupas, criada pelo Fashion Revolution. A organização está presente em mais de 100 países e luta pela transparência na produção. Ela demanda ações de empresas com visibilidade local ou internacional, para combater a exploração e evidenciar os impactos socioambientais ainda existentes.

Revisão: @kakakcastro

Ilustração: @augustana

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