BIG APPLE NEVER ENOUGH

Por Renata Di Biase

Nova York é uma cidade para visitar muitas vezes. Apesar de ser uma grande metrópole e bastante agitada, ela consegue reunir programas para todos os gostos: arte, moda, gastronomia, shows, teatros, entre outros.

Fui para essa viagem sob a promessa de não comprar roupas durante um ano, então, me restou ainda mais tempo para passear por museus, almoçar sem pressa e visitar lojas de decoração, que eu adoro e nem sempre consigo ver com calma.

A catedral St. Patricks é sempre a primeira parada. Para rezar, acender velas, e agradecer ao patrono dos irlandeses por mais um retorno a cidade.

Sobre os espaços que juntam decoração, arte e arquitetura, fui conhecer a William Wayne, pequena loja de decoração e objetos, que mistura peças antigas e novas – um charme.

Ainda na avenida Lexington, onde fica a William Wayne, conheci a nova loja do Jonanthan Adler, designer super criativo. Suas peças irreverentes vão desde utensílios de casa, de todo o tipo, cerâmicas e almofadas divertidas, até móveis. Tudo muito fun.

No Soho, a CB2 é uma loja com objetos para casa: design moderno e preços excelentes. Na loja do Tom Dixon, encontrei luminárias incríveis, velas e pequenos objetos interessantes. Outra parada importante é a Container Store.

O Memorial 9/11 e seus arredores, área totalmente revitalizada, são de grande importância histórica. O terminal do metrô é monumental, com uma arquitetura bárbara. De tirar o chapéu para os americanos, que souberam transformar um lugar trágico em um espaço inovador e moderno.

Também conhecemos o novo Mall Brooksfield, que concentra todas as melhores marcas em um ambiente super agradável e com vista privilegiada. Ele reúne grandes grifes como Hermes, Bottega Veneta, Burberry, DVF e Saks Fifth Avenue, na região do Midtown Manhathan – às margens do Rio Hudson.

Escolhi dois hotéis encantadores para conhecer. O primeiro é o famoso hotel The Carlyle, onde fomos ouvir Jazz no Bemelman’s Bar. O Carlyle esbanja charme, sofisticação e elegância. Celebridades, reis, rainhas e líderes políticos, como a Princesa Diana e os Duques de Cambridge, já se hospedaram no hotel, localizado no coração do Upper East Side. Para quem gosta de Jazz, vale a pena a visita. Para tomar um drink, visitamos o novo hotel Baccarat. Deslumbrante, moderno e requintado. Vale a pena conhecer.

Para a imersão nas artes, escolhi o Museu de Arte e Design, na Columbus Circle. Visitamos três exposições: The Riste of Russian Avant Garde, Tehe Bauhaus e Photocollages of Josef Albers. O museu conta com as obras permanentes do MoMa, que conta com artistas como Picasso, Monet, Matisse e Gaugin em seu acervo. Olhar quadros como A Dança e Maddemoiselles d’Avignon é estarrecedor.

A gastronomia de Nova York é a mais eclética do mundo. A cidade é a que mais abre e fecha restaurantes por ano. Algumas dicas:

  • Almoço no St. Ambroeus: Despretensioso, charmoso e bem frequentado. Confort food que agrada a todos.
  • Restaurante Robert: Localizado no nono andar do MAD – que já vale a visita pela incrível vista – conta com a cozinha clássica contemporânea da chef Luísa Fernandes. Vista deslumbrante para o Central Park para fechar bem os dias.

  • O Zuma Zuma: Pratos surpreendentes e arquitetura grandiosa, bem no estilo do Nobu.
  • O jantar perfeito no Eleven: O restaurante do chef Daniel Humm é considerado um dos tops restaurantes da cidade, três estrelas Michelângelo e quinto melhor do mundo. Surpreendente, lá você não escolhe os pratos. Tudo faz parte de um menu degustação, que muda de tempos em tempos.
  • O italiano Nello: Localização, frequência, música boa. Frequento há anos e sempre tenho vontade de voltar.

E para não deixar de falar de moda, uma paradinha rápida na Open Ceremony – para não deixar de falar de moda – só para conferir!

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